segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Rioclaro, e o som com jeito de Faroeste Italiano.


                             

Com Ray Titto Gonzalez (voz e violão), Sergio Trappa (baixo), Renato Faria (guitarra e voz),                                      Michael Moran (voz e violino) e Victor Lacombe (bateria e voz)

Rioclaro e Sheila Carvalho na Cultura FM






El mariachi Coyote Moran















Sergio Trappa by Miguel Mello


Primeiro encontro dos ladrões de cavalos do Centro Oeste







Ray Titto, Renata Varella , Fred Pacheco, Marcos Rios, William e Alex Bandeira (o Pica Pau)

São Paulo Country Music Festival

 Rafael Crispin e Ray Titto. Finalmente o encontro de velhos amigos.
 Tex-Mex
 Miguel Mello registrando tudo.
 O Texas Hamer Viegas e Renata Varella

A querida Deborah Gomes
Backstage com amigos

A onça pintada e sua mordida poderosa



Disse o boiadeiro: " Já vi onça pegar muita criação. Ela vem sondando e, quando o gado assusta, ela já voou no boi. Pega com uma unhada no nariz, outra no lombo, e aí mete o dente na nuca. Quebra o pescoço. Ela arrasta um boi inteiro. Porque onça não come no lugar que matou. O bicho tem força como se fosse uma esteira de trator. É muito perigoso esbarrar na carniça com ela por perto"



À primeira vista, a onça pintada parece-se muito com o leopardo. Contudo um exame mais detalhado mostra que sua padronagem de pelo apresenta diferenças significativas. Enquanto o leopardo apresenta rosetas menores mas em maior quantidade, as manchas da onça são mais dispersas e desenham uma roseta maior, algumas delas com pontos pretos no meio.A cabeça da onça é proporcionalmente maior em relação ao corpo. O grande declínio do seu habitat no norte e a fragmentação nas outras regiões, contribuíram para o estado de ameaça iminente. Na década de 1960, houve uma diminuição significativa no número de indivíduos, pois anualmente mais de 15 000 peles foram exportadas ilegalmente da Amazônia Brasileira.Ocorre em vários tipos de habitat, desde florestas como a Amazônica e a Mata Atlântica, até em ambientes abertos como o Pantanal e o Cerrado. São animais de hábitos solitários, tendo maior atividade ao entardecer e à noite. São territorialistas, ocupando, na dependência do tipo de habitat, de 25 a mais de 80 km², onde o território de um macho se sobrepõe ao de duas ou mais fêmeas.
A onça pintada e sua mordida poderosa


.A onça pintada é o maior mamífero carnívoro do Brasil, necessita de pelo menos 2 kg de alimento por dia e é uma excelente caçadora. Suas principais presas são antas, veados, capivaras e até mesmo jacarés.

Sergio Trappa, Renato Faria e Ray Titto - SP


Country Brasil - Rioclaro, Beto na Área e Rodrigo Haddad


Rioclaro On The Road Aagain


sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Rioclaro tocando por todas as tribos






Essa é a história trágica das tribos.



“Conheci todos os líderes da esquerda brasileira, só entendem de operário e camponês, não sabem nada de índio”

"O governo do PT vem destruindo sistematicamente todo o cabedal de leis que protegiam os índios. Dilma tem este grande projeto de desenvolvimento. O desenvolvimento não é contrário aos índios. É preciso respeitá-los, respeitar os ribeirinhos, respeitar os quilombolas, chamá-los para conversar respeitando seus interesses. O governo do PT não conversa com ninguém. Por isso os índios no Brasil estão tão revoltados. O governo quer fazer barragens a ferro e fogo. O governo não pergunta", afirma o sertanista Sydney Possuelo, ex-petista, em entrevista à revista Época, 14-10-2012.

Segundo ele, "conheci todos os líderes da esquerda brasileira. Só entendem de operário e camponês. Não sabem nada de índio. Índio não dá voto. Não representa ninguém. Índio serve para quê? Para o governo do PT, índio é um obstáculo ao desenvolvimento".

Eis a entrevista.

http://www.ihu.unisinos.br/noticias/514515-conheci-todos-os-lideres-da-esquerda-brasileira-so-entendem-de-operario-e-campo

Rioclaro, uma banda de várias tribos






Dia de Los Muertos




Case da guitarra telecaster de Ray Titto Gonzalez

No México, o Dia dos Mortos é uma celebração de origem indígena, que honra os defuntos no dia 2 de novembro. Começa no dia 31 de outubro e coincide com as tradições católicas do Dia dos Fiéis Defuntos e o Dia de Todos os Santos. Além do México, também é celebrada em outros países da América Central e em algumas regiões dos Estados Unidos, onde a população mexicana é grande. A UNESCO declarou-a como Patrimônio da Humanidade.

As origens da celebração no México são anteriores à chegada dos espanhóis. Há relatos que os astecas, maias, purépechas, náuatles e totonacas praticavam este culto. Os rituais que celebram a vida dos ancestrais se realizavam nestas civilizações pelo menos há três mil anos. Na era pré-hispânica era comum a prática de conservar os crânios como troféus, e mostrá-los durante os rituais que celebravam a morte e o renascimento.

O festival que se tornou o Dia dos Mortos era comemorado no nono mês do calendário solar asteca, por v
olta do início de agosto, e era celebrado por um mês completo. As festividades eram presididas pela deusa Mictecacíhuatl, conhecida como a "Dama da Morte" (do espanhol: Dama de la Muerte) - atualmente relacionada à La Catrina, personagem de José Guadalupe Posada - e esposa de Mictlantecuhtli, senhor do reino dos mortos. As festividades eram dedicadas às crianças e aos parentes falecidos.

É uma das festas mexicanas mais animadas, pois, segundo dizem, os mortos vêm visitar seus parentes. Ela é festejada com comida, bolos, festa, música e doces preferidos dos mortos, os preferidos das crianças são as caveirinhas de açúcar.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Rioclaro e Dotô Tonho no Blues Pub!


Curso de doma natural


ADAMANTINA, SP, dia 10/11: "PALESTRA E DEMONSTRAÇÃO PRATICA:"COMO AS TÉCNICAS DE TREINAMENTO E MANEJO CORRETAS PODEM AJUDAR A PREVENIR LESÕES EM CAVALOS DE ESPORTE" E "COMO HORSEMANSHIP E MEDICINA VETERINÁRIA ESPORTIVA PODEM SE COMPLEMENTAR PARA O BEM ESTAR E LONGEVIDADE COMPETITIVA DOS CAVALOS". Contato com Ju Ju Bernardes

BARILOCHE, ARGENTINA, 15, 16, 17 e 18/11: Clinica de Horsemanship e Rédeas. Contato com Alessandra Rocha Pucci

UNIÃO DA VITÓRIA, PR, 23, 24 E 25/11: Clinica de horsemanship e rédeas no Rancho 2N. Contatos com Josielen Josielen Malschitzky


MACEIÓ, AL, 5 A 9/12: Curso de doma natural e iniciação de potros. Contato com Amds Eventos Amds Eventos Agropecuários

RIBEIRÃO PRETO, SP, 14, 15 e 16/12, Clinica de Horsemanship e Rédeas com sessão especial dedicada a cavalos de equoterapia. Contatos comEmanuela Garcia Bastos

REGENTE FEIJÓ, SP: CLÍNICA INTENSIVA DE TRES TAMBORES E HORSEMANSHIP, DE 18 A 23 DE DEZEMBRO. SITIO SÃO JOSÉ KM 550 RAPOSO TAVARES. CONTATOS COM Mariana Mariana Manganaro.
VAGAS SUPER LIMITADAS, NÃO PERCAM!!

The Old Barr

Andreya Bethânia, Shys Odadjian e Sergio Trappa,

 Renato Faria


terça-feira, 23 de outubro de 2012

Aldeia Guarani-Kaiowá



Uma carta assinada pelos líderes indígenas da aldeia Guarani-Kaiowá, do Mato Grosso do Sul, e remetida ao Conselho Indigenista Missionário (CIMI), anuncia o suicídio coletivo de 170 homens, mulheres e crianças se a Justiça Federal mandar retirar o grupo da Fazenda Cambará, onde estão acampados provisoriamente às margens do rio Hovy, no município de Naviraí. Os índios pedem há vários anos a demarcação das suas terras tradicionais, hoje ocupadas por fazendeiros e guardadas por pistoleiros. O líder do PV na Câmara, deputado Sarney Filho (MA), enviou carta ao ministro da Justiça pedindo providências para evitar a tragédia.

Leia a íntegra da carta dos índios ao CIMI:

Carta da comunidade Guarani-Kaiowá de Pyelito Kue/Mbarakay-Iguatemi-MS para o Governo e Justiça do Brasil

Nós (50 homens, 50 mulheres e 70 crianças) comunidades Guarani-Kaiowá originárias de tekoha Pyelito kue/Mbrakay, viemos através desta carta apresentar a nossa situação histórica e decisão definitiva diante de da ordem de despacho expressado pela Justiça Federal de Navirai-MS, conforme o processo nº 0000032-87.2012.4.03.6006, do dia 29 de setembro de 2012. Recebemos a informação de que nossa comunidade logo será atacada, violentada e expulsa da margem do rio pela própria Justiça Federal, de Navirai-MS.

Assim, fica evidente para nós, que a própria ação da Justiça Federal gera e aumenta as violências contra as nossas vidas, ignorando os nossos direitos de sobreviver à margem do rio Hovy e próximo de nosso território tradicional Pyelito Kue/Mbarakay. Entendemos claramente que esta decisão da Justiça Federal de Navirai-MS é parte da ação de genocídio e extermínio histórico ao povo indígena, nativo e autóctone do Mato Grosso do Sul, isto é, a própria ação da Justiça Federal está violentando e exterminado e as nossas vidas. Queremos deixar evidente ao Governo e Justiça Federal que por fim, já perdemos a esperança de sobreviver dignamente e sem violência em nosso território antigo, não acreditamos mais na Justiça brasileira. A quem vamos denunciar as violências praticadas contra nossas vidas? Para qual Justiça do Brasil? Se a própria Justiça Federal está gerando e alimentando violências contra nós. Nós já avaliamos a nossa situação atual e concluímos que vamos morrer todos mesmo em pouco tempo, não temos e nem teremos perspectiva de vida digna e justa tanto aqui na margem do rio quanto longe daqui. Estamos aqui acampados a 50 metros do rio Hovy onde já ocorreram quatro mortes, sendo duas por meio de suicídio e duas em decorrência de espancamento e tortura de pistoleiros das fazendas.

Moramos na margem do rio Hovy há mais de um ano e estamos sem nenhuma assistência, isolados, cercado de pistoleiros e resistimos até hoje. Comemos comida uma vez por dia. Passamos tudo isso para recuperar o nosso território antigo Pyleito Kue/Mbarakay. De fato, sabemos muito bem que no centro desse nosso território antigo estão enterrados vários os nossos avôs, avós, bisavôs e bisavós, ali estão os cemitérios de todos nossos antepassados.
Cientes desse fato histórico, nós já vamos e queremos ser mortos e enterrados junto aos nossos antepassados aqui mesmo onde estamos hoje, por isso, pedimos ao Governo e Justiça Federal para não decretar a ordem de despejo/expulsão, mas solicitamos para decretar a nossa morte coletiva e para enterrar nós todos aqui.

Pedimos, de uma vez por todas, para decretar a nossa dizimação e extinção total, além de enviar vários tratores para cavar um grande buraco para jogar e enterrar os nossos corpos. Esse é nosso pedido aos juízes federais. Já aguardamos esta decisão da Justiça Federal. Decretem a nossa morte coletiva Guarani e Kaiowá de Pyelito Kue/Mbarakay e enterrem-nos aqui. Visto que decidimos integralmente a não sairmos daqui com vida e nem mortos.

Sabemos que não temos mais chance em sobreviver dignamente aqui em nosso território antigo, já sofremos muito e estamos todos massacrados e morrendo em ritmo acelerado. Sabemos que seremos expulsos daqui da margem do rio pela Justiça, porém não vamos sair da margem do rio. Como um povo nativo e indígena histórico, decidimos meramente em sermos mortos coletivamente aqui. Não temos outra opção esta é a nossa última decisão unânime diante do despacho da Justiça Federal de Navirai-MS.

Atenciosamente, Guarani-Kaiowá de Pyelito Kue/Mbarakay

(Portal do Luis Nassif)

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Tierra Bruta



Summers viveu os horrores da guerra da sucessão, coisas tão violentas que o levaram a jurar jamais empunhar uma arma se da guerra sobrevivesse, o que aconteceu. Agora a viver do outro lado da fronteira com a sua esposa mexicana, vê-se pressionado pelo tirano Ortega a abandonar as suas terras. A promessa de não agressão ao próximo parece pois difícil de cumprir. A vilanagem a mando de Ortega vai eliminando os indefesos rancheiros e só um pistoleiro de passagem pela zona – Steve Fallon – parece ter a capacidade de enfrentar o agressor.
Embora esta não tenha sido a primeira investida no gênero por europeus, foi a primeira a ser rodada na zona de Almeria (Espanha). Curiosamente o realizador nem sequer foi um nativo, mas sim um britânico: Michael Carreras. Homem ligado ao cinema fantástico da produtora Hammer em que trabalhara como produtor e realizador ao lado de nomes consagrados do cinema de terror britânico (Terence Fisher, Christopher Lee ou Peter Cushing).

Apesar da utilização das paisagens desérticas de Andaluzas, que posteriormente seriam imortalizadas em centenas de westerns-spaghetti aí rodados, este “Tierra Brutal” está bem distante das convenções que definiram o género, restaurando a linha mestra do western clássico americano. O filme decorre com ritmo pausado, com poucas cenas de pancadaria ou tiroteio, mas a verdade é que jamais se torna aborrecido. O desfecho acaba até por se mostrar bastante inspirado e violento. Ortega lança um derradeiro ataque sobre o rancho de Summers, onde é recebido com chumbo quente. Apesar da investida falhar, o patife acaba ainda assim por balear Fallon que atropela ainda com a sua charrete, desfazendo-lhe as mãos – uma maldade semelhante à que Corbucci faria alguns anos mais tarde com o seu “Django”.

Confesso que não morro de amores pelo western da escola clássica, mas este “Tierra Brutal” entusiasmou-me de tal modo que até lhe perdoo as medianas interpretações emprestadas pela maioria do elenco. Mais que não seja pelo marco histórico que o filme representa recomendo que lhe deem uma oportunidade a este “Tierra Brutal”. Disponível em DVD via Filmax (Espanha).


Escrito por Pedro Pereira
http://por-um-punhado-de-euros.blogspot.com.br

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Rioclaro no Lago Paranoá!


A Barca Brasília é uma embarcação modelo Trimarã, própria para operações turísticas em águas abrigadas. Com a capacidade de transportar 40 passageiros, é de fácil embarque e desembarque, além de muito estável e segura devido à sua estrutura flutuante constituída de três cascos em fibra de vidro maciça e subdivididos em compartimentos estanques.
O barco, no entanto, não é apenas uma opção de transporte: é um ambiente multiuso equipado com cozinha industrial, bar com bancada, mesas, pista de dança, sistema de áudio e TV digital em um total de 90 m² de área útil, podendo ser adaptado às mais diversas necessidades.

Rioclaro na Barca Brasília - Um fim de tarde encantado...

Frio no Cerrado!


A banda Rioclaro, Laura Oayama e Leonardo Cordeiro - Country, Folk e Rock and Roll