Mostrando postagens com marcador cinemateca. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cinemateca. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Breve, o novo álbum da banda Rioclaro!


O novo álbum da banda Rioclaro "Gringo!" traz uma história fragmentada, com narrativa baseada em lembranças de velhos filmes italianos, imaginações fictícias e personagens reais. O tema principal, a América Latina, está envolvido em todas as ações vistosas do CD: na incursão da poesia de Galeano, de Guimarães Rosa e Drummond, nas imagens de longos planos sequencias do voo do Condor sobre o altiplano andino.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Tierra Bruta



Summers viveu os horrores da guerra da sucessão, coisas tão violentas que o levaram a jurar jamais empunhar uma arma se da guerra sobrevivesse, o que aconteceu. Agora a viver do outro lado da fronteira com a sua esposa mexicana, vê-se pressionado pelo tirano Ortega a abandonar as suas terras. A promessa de não agressão ao próximo parece pois difícil de cumprir. A vilanagem a mando de Ortega vai eliminando os indefesos rancheiros e só um pistoleiro de passagem pela zona – Steve Fallon – parece ter a capacidade de enfrentar o agressor.
Embora esta não tenha sido a primeira investida no gênero por europeus, foi a primeira a ser rodada na zona de Almeria (Espanha). Curiosamente o realizador nem sequer foi um nativo, mas sim um britânico: Michael Carreras. Homem ligado ao cinema fantástico da produtora Hammer em que trabalhara como produtor e realizador ao lado de nomes consagrados do cinema de terror britânico (Terence Fisher, Christopher Lee ou Peter Cushing).

Apesar da utilização das paisagens desérticas de Andaluzas, que posteriormente seriam imortalizadas em centenas de westerns-spaghetti aí rodados, este “Tierra Brutal” está bem distante das convenções que definiram o género, restaurando a linha mestra do western clássico americano. O filme decorre com ritmo pausado, com poucas cenas de pancadaria ou tiroteio, mas a verdade é que jamais se torna aborrecido. O desfecho acaba até por se mostrar bastante inspirado e violento. Ortega lança um derradeiro ataque sobre o rancho de Summers, onde é recebido com chumbo quente. Apesar da investida falhar, o patife acaba ainda assim por balear Fallon que atropela ainda com a sua charrete, desfazendo-lhe as mãos – uma maldade semelhante à que Corbucci faria alguns anos mais tarde com o seu “Django”.

Confesso que não morro de amores pelo western da escola clássica, mas este “Tierra Brutal” entusiasmou-me de tal modo que até lhe perdoo as medianas interpretações emprestadas pela maioria do elenco. Mais que não seja pelo marco histórico que o filme representa recomendo que lhe deem uma oportunidade a este “Tierra Brutal”. Disponível em DVD via Filmax (Espanha).


Escrito por Pedro Pereira
http://por-um-punhado-de-euros.blogspot.com.br

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Bang bang Tarantino!



O protagonista é um escravo que cruza o caminho do caçador de recompensas alemão Dr. King Schultz, interpretado por Christoph Waltz. Schultz está está atrás dos irmãos Brittle – e Django pode ajudá-lo nessa caça.
Ele então compra o escravo, o liberta e, juntos, eles vão atrás dos criminosos mais perigosos do sul dos EUA. É aí que eles encontram Calvin Candie, feito por DiCaprio, o proprietário de “Candyland”, uma fazenda abominável onde os escravos são preparados para lutarem entre si por esporte.

Tudo começa quando o grande amor de Django é uma dessas escravas da fazenda de Dicaprio. O objetivo é que eles consigam escapar com vida e levando o amor de Django junto.
Conhecendo Tarantino, já deu pra perceber que “Django Livre” será cheio de luta, violência, traição e muito, muito sangue!
O filme estreia no Brasil em janeiro de 2013.
Vamos a contar os dias...

domingo, 28 de novembro de 2010

John Wayne por Jeff Bridges. Bravura Indômita - True Grit


True Grit, novo filme dos irmãos Ethan e Joel Coen, teve três comerciais televisivos divulgados pela Paramount Pictures. Apesar de muito semelhantes, os três vídeos contam com imagens inéditas. O longa-metragem é um remake de Bravura Indômita, de 1969, e conta a história da garota Mattie Ross (interpretada pela iniciante Hailee Steinfeld), que quer vingar a morte do pai, assassinado covardemente. Ela escala um bêbado inveterado para ajudá-la e os dois partem em busca do criminoso que o matou. No elenco original além do eterno herói da cowboyzada, John Wayne tinha Glen Campbell, Kim Darby, Robert Duvall e o jovem Dennis Hopper. Agora, a saga da corajosa senhorita Ross conta com  Jeff Bridges, Matt Damon, Josh Brolin e Barry Pepper. True Grit estreia nos Estados Unidos em 22 de dezembro.



segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Novo clipe da banda feito com desenhos sobre o Cerrado.

O diretor de documentários Guillermo Planel começou os trabalhos para o Clipe da música Chão Vermelho. Totalmente animado, os primeiros desenhos foram feitos no mês de agosto pelo músico, compositor e artista gráfico Ray Titto. Todos inspirados no cerrado brasileiro, na sua fauna e nos povos nativos do centro-oeste. Vai ficar bacana! 

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Guggenhein Motorcycle Club


Antes do fim, ele tomava chá com limão e mel, usava ternos Hugo Boss e passava longe das drogas e do álcool - com exceção da maconha. Também passava longas tardes jogando golfe com seu amigo Jack Nicholson. "Hoppy era muito lento no golfe, muito específico", diz Nicholson. "Era um tremendo espécime físico."
Hopper ainda andava de motocicleta, mas, naquele tempo, o rebelde hippie chapado de Easy Rider - Sem Destino fazia viagens tranquilas com uma turma de amigos que se autodenominava Guggenheim Motorcycle Club, incluindo Lauren Hutton, Jeremy Irons e Laurence Fishburne. Eles pegavam um avião e iam para um país onde o museu Guggenheim estivesse fazendo uma promoção - Rússia, Emirados Árabes, Espanha - e passavam vários dias montados em motos BMW até chegarem ao evento, seguidos por veículos que carregavam a bagagem. Ele até votou em George W. Bush duas vezes - em parte porque era o contrário daquilo que os atores de Hollywood fariam, e Hopper precisava sempre ser do contra.
Ele trabalhava sem parar, fez 25 filmes na década passada. Mas, mesmo esforçando-se o máximo possível, parece que não conseguiu cumprir a promessa feita nos primeiros anos de carreira, quando entrou para o velho esquema dos estúdios na década de 1950 e parecia destinado a se transformar em um ícone como Paul Newman ou em um meteoro reluzente como James Dean. Em vez disso, depois de tomar um desvio dos mais extremos - do ponto de vista químico e artístico - na história de Hollywood, Hopper se transformou, no conforto da idade avançada, em algo mais inesperado do que qualquer uma de suas encarnações anteriores: ator trabalhador e confiável e colecionador de arte respeitável. Em seus últimos anos, ele se considerava um fracasso. "Nunca senti que fiz o grande papel", ele diz. "Nunca senti que dirigi o grande filme. E não posso dizer que seja culpa de ninguém além de mim mesmo."
No fim da vida, em uma de suas viagens com o Guggenhein Motorcycle Club, Hopper ficou emocionado quando o amigo Laurence Fishburne confessou que sentia intimidado pelo mundo da arte. “Permita-me mostrar o musueu a você”, Hopper sugeriu. “Deixa-me mostrar a você o que significa.” Conduzindo Fishburne por peças e galerias silenciosas explicou:” Estas pinturas, todas estas obras no museu, são suas amigas, e você vai visitar suas amigas. E se tem alguém aqui de quem você não gosta, não precisa perder tempo com ela.”
Em uma igreja de adobe retratada em quadros de Georgia O´Keefe, o irmão de Hopper leu “The Pilgrin”, a ode escrita por Kris Kristorfferson a seu amigo solitário, briguento e sem destino. Houve muitas risadas e muitas lágrimas. Então, Hopper foi colocado para o descanso eterno em solo indígena sagrado. Os presentes ouviram um último estrondo furioso. E Jack Nicholson, disse: “Quando eles aceleraram os motores, eu também me senti acelerado.

fonte Rolling Stone

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Os 80 anos de Clint Eastwood


Para todos nós da banda Rioclaro, depois de John Wayne, Clint é o maior cowboy da história do cinema, mas também é considerado um dos maiores cineastas da atualidade, Clint Eastwood completou 80 anos segunda dia 31. Ícone do cinema nos anos 60, 70, 80, 90 e 2000, o ator, diretor e produtor passeou por vários gêneros (faroeste, drama, policial, guerra, romance), sempre tendo como destaque um trabalho sério e cuidadoso. A cara quase sempre fechada e as falas repletas de mau humor dos seus personagens, no entanto, não escondem outra característica que torna Eastwood um diretor genial: a sensibilidade.

Mesmo depois de ter declarado que não iria comemorar seus 80 anos e que não queria presentes, o cineasta ganhou uma homenagem da Warner Bros., da qual é contratado desde 1975. A empresa lançou, nos Estados Unidos, a coleção Clint Eastwood, com 35 filmes em que ele trabalhou como diretor e/ou ator. O box é composto por 19 DVDs e é o maior já lançado com obras de um único artista. Na seleção, antigos clássicos e filmes mais recentes, como O Desafio das Águias (1969) e Gran Torino (2008). No Brasil, a caixa é vendida por R$ 673,50.

Fanático por jazz e exímio pianista, o diretor, que nasceu em São Francisco, Califórnia, insere sempre que possível o gênero musical na trilha sonora dos seus longas, que contam também com sua colaboração como compositor. "Vi uma foto do Clint, no set de As Pontes de Madison, em que ele estava ajeitando um refletor. Isso é de uma sensibilidade incrível. Se o cinema fosse uma entidade religiosa, o Clint seria um dos santos no altar", diz o diretor Walter Carvalho. Ao todo, Eastwood já dirigiu 33 filmes, o que faz dele um dos cineastas mais produtivos de todos os tempos.
Parabéns, ClinT!!!

terça-feira, 1 de junho de 2010

E Denis Hopper morreu.


Dennis Hopper morreu, aos 74 anos, sábado, em sua casa na Califórnia. No início de 2010 foi divulgado que o ator sofria de câncer na próstata em estágio terminal, diagnosticado no final de 2009. Segundo informações divulgadas pela agência Reuters, Hopper estava cercado por amigos e familiares e veio a óbito às 12h15 (horário de Brasília).

Hopper ficou conhecido por dirigir e atuar no clássico "Easy Rider - Sem Destino" de 1969, ao lado de Peter Fonda. Além do filme, marco da contracultura, Dennis Lee Hopper interpretou um fotojornalista no longa "Apocalipse Now" (1979), assinado por Francis Ford Coppola, e o vilão Frank Booth de "Veludo Azul"(1986), dirigido por David Linch. Ao lado do amigo e mentor, James Dean, apareceu, na década de 50, nos dramas "Juventude Transviada" e "Giant - Assim Caminha a Humanidade".

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Anthony Steffen - Um Brasileiro Chumbo Grosso


Antonio de Teffè, que se tornou conhecido como Anthony Steffen, tinha dupla nacionalidade e ficou famoso na Itália na mesma vertente que projetou Clint Eastwood


Há 15 anos ele estava afastado do cinema e há quatro morava no Rio, numa cobertura no Leblon, onde lutava contra o câncer que terminou por vencê-lo. Antonio de Teffè tinha 73 anos. Com o pseudônimo de Anthony Steffen, foi um dos astros –com Clint Eastwood, Giuliano Gemma e Franco Nero – da tendência chamada de spaghetti western. Os faroestes macarrônicos podiam ser o alvo preferido de pancada dos críticos, pelo menos até que Sergio Leone desse ao gênero sua carta de nobreza, mas o público adorava aqueles filmes.

Quando Anthony Steffen entrava em cena, envolto num poncho surrado e com aquela barba por fazer, entrava algum instrumento lancinante de fundo – um trompete, quase sempre – e a massa já sabia que o pau ia correr solto. Anthony Steffen foi sempre sinônimode encrenca na tela. Ele próprio sabia disto e, certa vez, analisando o sucesso dos spaghetti westerns, arriscou sua interpretação do fenômeno. Disse que o mundo estava mudando nos anos 1960 e, se os faroeste feitos na Itália faziam mais sucesso do que os autênticos, produzidos pelos americanos, é porque eram mais cruéis, mais verdadeiros. "Eram duros e extremamente realistas", disse Steffen.

Na sua fase áurea, ele era um figurão de 1,90m e olhos azuis que enlouquecia as platéias femininas e os homens respeitavam porque era mal-encarado. O fato de ter morrido no Brasil não foi acidental. Steffen, ou Antonio de Teffè, era ítalo-brasileiro. O ex-caubói nasceu na Embaixada do Brasil em Roma, filho do embaixador Manuel de Teffè, e por isto tinha dupla nacionalidade. Foi batizado com o imponente e aristocrático nome de Antonio Luís de Teffè von Hoonbolz, em homenagem ao bisavô, um aristocrata de origem prussiana que foi almirante-chefe da frota brasileira na época de Dom Pedro II e que recebeu do imperador o título nobiliárquico de Barão de Teffè.

O jovem barão de Teffè foi um playboy que terminou cooptado pelo cinema. Em 1954, fez o primeiro filme, ainda como Antonio de Teffè – Gli Sbandati, sobre uma história da 2.ª Guerra. Desempenhou múltiplas funções no cinema. Antes de estrear como ator, foi assistente de direção de Mauro Bolognini em Ci Troviamo in Galeria, de 1953 – e o filme era interpretado pela jovem Sophia Loren e por Alberto Sordi. Foi produtor (Django, oBastardo, em 1969) e roteirista (Os Mil Olhos do Assassino, em 1974). Em 1965, quando o spaghetti western já se tornara o gênero dominante da produção industrial italiana, foi cooptado pelo diretor Edoardo Mulargia, que o convidou para estrelar um daqueles bangue bangues filmados nas planícies de Almeria, na Espanha, escolhidas pela semelhança com as pradarias dos Estados Unidos.

Antonio de Teffè gostava de contar que a única exigência do diretor foi a de que ele soubesse montar. Disse que era um cavaleiro estupendo, mas não era. Nunca havia montado num cavalo e esse foi apenas o começo de seus problemas com eqüinos. Mais tarde, durante a rodagem de um dos 23 spaghetti westerns que interpretou – quase sempre, ou sempre, dispensando dublês –, sofreu um acidente. O cavalo rodou e caiu sobre ele. Antonio de Teffè teve de ser hospitalizado. Pegou ódio de cavalo, mas seguiu montando, por razões de ordem profissional.

Esgotado o ciclo de sucesso do gênero, ele diversificou sua área de atuação, mas não deixou de trabalhar. Um de seus sucessos longe do western foi um filme intitulado O Amante, que não tinha nada a ver com a adaptação que o francês Jean-Jacques Annaud fez do romance de sua compatriota Marguerite Duras. O amante de Anthony Steffen era um garanhão de 50 anos, por quem se apaixonava uma noivinha de 19 anos. Não era só no Velho Oeste que Anthony Steffen causava confusão.

Estava casado com Cristina e tinha dois filhos de um casamento anterior, Manuel, de 32 anos, e Luiz, de 28, ambos residentes na Itália. Nos últimos anos, o caubói que tinha a fama de querer ser livre e solto, havia-se domesticado. Após o divórcio do primeiro casamento, assediado pelas mulheres, ele dizia que nunca mais queria saber de comprometimentos afetivos. Chegou a dizer: "Não há nenhuma constituição que nos obrigue a casar". O mais curioso é que Antonio de Teffè, ou Anthony Steffen, brilhou numa fase em que Clint Eastwood também esculpia o mito docaubói taciturno nos spaghetti westerns de Sergio Leone. Clint virou o grande diretor que todo mundo reconhece. Teffè/ Steffen teve a sorte de Franco Nero e Giuliano Gemma. O primeiro ficou famoso como Django e até hoje vive casado com Vanessa Redgrave, com quem dividiu a cena no musical Camelot. Giuliano Gemma estrelou o primeiro spaghetti western a fazer sucesso no Brasil – O Dólar Furado– e depois continuou a freqüentar o gênero, até que o filão se esgotasse (e a carreira fosse para o espaço). Os fãs devem lembrar-se de todos eles. Vasculhe aí a memória e lembre-se – Anthony Steffen, como bom personagem de western à italiana, não era exatamente um mocinho. Mas era chumbo grosso e foi assim que entrou para a história do gênero.









LUIZ CARLOS MERTEN
(© O Estado de S. Paulo)




1985

L'ultimo pirata (USA/Italia/Spagna, 1985)di Edvard Muller - con Linda Blair, Anthony Steffen, Ajita Wilsongenere DrammaticoScheda film
1974

Eroticofollia (Italia/Spagna, 1974)di Mario Siciliano - con Anthony Steffen, Pilár Velasquez, Richard Conte, Daniela Giordanogenere HorrorScheda film
1974

Quel ficcanaso dell'ispettore Lawrence (Italia, 1974)di Juan Bosch - con Anthony Steffen, Antonio Pica, Maria Kosti, Raf Baldassarregenere PoliziescoScheda film
1974

Lo credevano uno stinco di santo (Italia/Spagna, 1974)di Juan Bosch - con Anthony Steffen, Daniel Martin, Tania Alvarado, Manuel Guitian, Fernando Sanchogenere WesternScheda film
1974

Gli assassini sono nostri ospiti (Italia, 1974)di Vincenzo Rigo - con Anthony Steffen, Margaret Lee, Livia Cerini, Giuseppe Castellanogenere ThrillerScheda film
1973

Il mio nome è Scopone e faccio sempre cappotto (Italia/Spagna, 1973)di Juan Bosch - con Anthony Steffen, Fernando Sancho, Gillian Hills, Ricardo Hundargenere WesternScheda film
1972

Sette scialli di seta gialla (Italia, 1972)di Sergio Pastore - con Anthony Steffen, Sylva Koscina, Jeannette Len, Giacomo Rossi Stuartgenere ThrillerScheda film
1972

Tequila (Italia, 1972)di Tullio Demicheli - con Anthony Steffen, Roberto Camardiel, Eduardo Fajanogenere ThrillerScheda film
1971

La notte che Evelyn uscì dalla tomba (Italia, 1971)di Emilio P. Miraglia - con Anthony Steffen, Marina Malfatti, Giacomo Rossi Stuartgenere HorrorScheda film
1971

Un uomo chiamato Apocalisse Joe (Italia/Spagna, 1971)di Leopoldo Savona - con Anthony Steffen, Eduardo Fajardo, Mary Paz Pondal, Stelio Candelligenere WesternScheda film
1970

Arriva Sabata!... (Italia, 1970)di Tullio De Micheli - con Anthony Steffen, Peter Lee Lawrence, Alfredo Majogenere WesternScheda film
1970

Shango, la pistola infallibile (Italia, 1970)di Edoardo Mulargia - con Anthony Steffen, Eduardo Fajardo, Giusva Fioravantigenere WesternScheda film
1970

Arizona si scatenò... e li fece fuori tutti! (Italia, 1970)di Sergio Martino - con Anthony Steffen, Marcella Michelangeli, Rosalba Neri, Roberto Camardielgenere WesternScheda film
1969

Django il bastardo (Italia, 1969)di Sergio Garrone - con Anthony Steffen, Rada Rassimov, Paolo Gozlino, Lu Kamante, Teodoro Corràgenere WesternScheda film
1968

Killer Kid (Italia, 1968)di Leopoldo Savona - con Anthony Steffen, Liz Barrett, Fernando Sancho, Ken Woodgenere WesternScheda film